nayana_tarot
Fonte: We Heart It

Queridos!

O post de hoje, é sobre um conjunto de atitudes/práticas a ter antes e depois de qualquer uma leitura de tarot – a ética profissional.  No exercício da minha actividade profissional, eu tenho a minha:

 

Oriento, o consulente decide!

#1. Acredito no livre-arbítrio. As cartas indicam, mas não determinam. Quando interpreto um jogo de Tarot, o que vejo é como a situação se apresenta no momento presente e para onde a mesma se encaminha. A partir desse ponto, é o consulente que escolhe seguir este fluxo ou traçar outra rota.

#2. Informo as opções, não tomo decisões. Diante de qualquer decisão do consulente, pontuamos as diferentes possibilidades, mas cabe à pessoa decidir para onde deseja ir, como e quando. E, sim, devemos antecipar o que pode ser encontrado em cada um dos caminhos.

#3. Respeito as diferentes formas de pensar e de agir. Não faço julgamentos. Em nenhum caso se deve transmitir julgamentos internos ou externos para o consulente. Cada um tem o seu motivo, as suas razões e ninguém é melhor ou pior por isso. Não sei como iria agir/reagir nas mesmas circunstâncias e com a experiência que o outro possui.

#4. Ajudo o consulente a descobrir e desenvolver ao máximo os seus potenciais – linha terapêutica. Os oráculos são ferramentas que podem ajudar e orientar os outros nesse sentido. É uma maneira de incentivar o potencial e os recursos que todos nós temos e, muitas vezes, não reconhecemos ou não estão conscientes do mesmo. E quando vemos uma oportunidade em qualquer campo de experiência (profissional, afectiva, financeira, de crescimento pessoal, etc.), oriento o consulente para que ele tire o melhor partido possível – de acordo com a sua fase momentânea.

#5. Detecto possíveis dificuldades e em conjunto procuramos soluções afim de evitá-las e/ou superá-las. Quando vejo uma dificuldade, seja ela qual for, grande ou pequena, faço orientações de forma positiva, sem assustar o consulente. Veremos, através das cartas, como superar ou evitar as situações mais complexas e, se não for possível, descobriremos qual é a maneira mais suave e qual o aprendizado necessário para concluir o processo da melhor forma possível. Nunca serei fatalista ou negativa, pois isso iria perturbar ainda mais o consulente e piorar a situação. É meu dever ajudar o consulente a ver outras opções e possibilidades.

#6. Utilizarei sempre uma linguagem clara e adequada. É muito importante o uso de uma linguagem que seja compreendida por quem me ouve – concreta, sem abstracções ou ausência de foco. Evito expressões técnicas (como as oriundas da astrologia ou de outros conhecimentos).

Confidencialidade

#7. Tratarei com confidencialidade todas as informações que surgem em um atendimento, tanto as que recebo do consulente quanto as orientações do Tarot. Quem me procura merece respeito e privacidade com relação a tudo o que venha a ser conversado. Adopto sempre uma postura profissional e como tal o sigilo profissional é imprescindível.

#8. Não utilizo de forma alguma, directa ou indirectamente, as informações de uma consulta para benefício próprio.

Responsabilidade

#9. Somente as acções e decisões do consulente podem mudar o seu futuro. A única coisa que posso e devo fazer da melhor forma possível – é orientar. A última palavra é a do consulente com relação ao seu trabalho pessoal. Portanto, nunca intervirei, de forma alguma, para modificar o seu futuro, seja com “magia” ou dizendo-lhe o que fazer.

#10. Terei um preço previamente estabelecido, definindo o serviço que será realizado. O investimento deve considerar a duração da consulta aliada à minha sensibilidade, estudos, etc. Informarei claramente as características do serviço sempre que o mesmo for solicitado.

Paz e Luz

Texto adaptado