Segundo a astrologia clássica, há signos que não combinam.
Têm elementos diferentes, ritmos opostos, formas de sentir e comunicar que parecem incompatíveis.
Mas depois… aparecem pessoas que desafiam tudo isso.
Aquela relação entre signos “inimigos” que flui.
Aquela amizade entre opostos que se entende num olhar.
Aquela troca que surpreende, não faz sentido no mapa, mas faz sentido no coração.
Essas combinações improváveis funcionam porque há algo mais forte do que as características de superfície: há ressonância energética.
E quando isso existe, o que antes parecia obstáculo… vira equilíbrio.
Um signo muito intenso pode encontrar alívio ao lado de um signo mais leve.
Um signo racional pode aprender a confiar nos instintos com alguém mais emocional.
Um signo que fala tudo pode aprender a ouvir em silêncio com quem guarda mais.
Essa combinação não funciona porque são parecidos.
Funciona porque se regulam.
Porque ativam em si partes que sozinhos talvez nunca explorassem.
Claro que nem toda relação entre opostos será fluída.
Mas quando há respeito, escuta e entrega… até o que parecia incompatível pode transformar-se num dos encontros mais verdadeiros da vida.
A astrologia aponta caminhos.
Mas é a alma que reconhece quem vem para ensinar, somar ou transformar.
E às vezes, a combinação improvável… é exatamente a que o universo escolheu para si.
