Agradar a todos ou viver em paz consigo? - Nayana
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Quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
Luanda
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Calendário Místico
26/02 - Lua entra em Caranguejo
26/02 - Mercúrio retrógrado
26/02 - Lua trígono Sol • Lua Geba em Caranguejo
26/02 - Mercúrio Retrógrado
27/02 - Marte quadratura Úrano
27/02 - Sol conjunção Nodo Norte
28/02 - Mercúrio conjunção Vénus
28/02 - Lua entra em Leão
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Signo do mês: Peixes
Astro: Neptuno
Elemento: Água
Cristal: Ametista
Cor: Lilás
Lua favorável: Lua crescente
Numero da sorte: 7
Decreto: Eu sigo a minha intuição com confiança.
Tarot: A Estrela: Acredite no que o coração pede.
Compatibilidade: Carneiro / Aquário
Desafio: Ilusões.
Simpatia: Coloque uma tigela com água e uma flor branca num espaço da casa para atrair serenidade.
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Agradar a todos ou viver em paz consigo?

Fazer parte, ser aceito, não criar desconforto todos esses desejos são naturais. O problema começa quando agradar aos outros se torna prioridade acima de tudo. Quando o medo de desiludir leva a escolhas que vão contra o que realmente se quer. Quando os “sim” são dados por hábito e os “não” ficam presos na garganta.

Viver para agradar não significa apenas ceder em situações grandes. Às vezes, são pequenos gestos: sorrir quando se está exausto, dizer que está tudo bem quando não está, ir a um lugar por obrigação e não por vontade. A soma destes actos diários vai esvaziando o que há de mais genuíno.

A necessidade de agradar pode parecer leve… até que pesa na alma.

Respeitar-se começa por reconhecer o que se sente, mesmo que não seja conveniente. É escutar as próprias necessidades sem pedir desculpa por isso. É dar espaço ao que se quer, mesmo que isso signifique desagradar a alguém. E não, isso não é egoísmo. É equilíbrio.

É possível ser gentil sem se anular. Ter empatia sem se perder. A diferença está em fazer escolhas com consciência, e não por medo. Está tudo bem em dizer não. Está tudo bem em escolher não agradar. Porque o que agrada a todos, muitas vezes, já não representa quem se é.

Respeitar os próprios limites, desejos e ritmos é um acto de verdade. E quando essa verdade começa a guiar o caminho, as relações também se transformam. As que vibram com leveza permanecem. As que exigem versão disfarçada, afastam-se por si.


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