Há momentos em que nem as plantas resistem. Secam rápido. Murcham sem explicação. Reagem mal a qualquer toque. Mesmo com cuidados certos, luz adequada e água na medida… algo nelas não se sustenta. E a pergunta surge: o que está a acontecer aqui?
Em muitos casos, não é uma questão física é energética.
As plantas são sensíveis. Não só ao ambiente, mas à vibração de quem cuida. Absorvem o que está no ar. Espelham o que circula no espaço. E sim, podem começar a “fechar-se” quando o campo está carregado, acelerado ou desconectado.
Se até as plantas parecem fugir de si, talvez não seja hora de regar mais mas de parar e escutar.
A tendência é querer resolver: trocar de vaso, mudar de lugar, fertilizar. Mas antes disso, experimente apenas sentar-se perto da planta, em silêncio. Não para fazer. Só para estar. A presença, sem intenção, é um bálsamo que o reino vegetal reconhece.
Outra prática que pode ajudar: respirar com a planta. Três respirações lentas, com a mão próxima (sem tocar). Observar o que muda em si. Depois, sim, tocar na terra, sentir a textura, perceber se há vida por baixo da superfície.
As Plantas não respondem ao esforço respondem à vibração.
Se uma planta insiste em não permanecer viva consigo, talvez não seja fracasso. Talvez seja um aviso. De que algo em si/ambiente também está a pedir atenção, pausa ou reenraizamento.
Repare também no tipo de planta que desaparece com mais frequência. Há quem não consiga manter plantas de água, mas florescem com raízes fortes. Outros não aguentam ervas de proteção, mas conectam-se com plantas de doçura. Isso também diz algo sobre o momento energético que está a viver.
