Cada fase da vida traz uma frequência diferente.
Há momentos em que tudo acelera. Outros em que o silêncio pede mais presença. Há fases de expansão, recolhimento, recomeço, encerramento. E nessa dança entre dentro e fora, até os cristais que mais costumava usar deixam de ressoar.
Isso não significa que perdeu a sensibilidade. Nem que o cristal já não funciona. Significa apenas que a sua energia mudou.
E que talvez esteja na hora de se alinhar com novas pedras. Com novas intenções. Com um campo vibracional mais atualizado.
A escolha de um cristal não precisa ser lógica. Pode começar com uma atração visual. Um impulso intuitivo. Um nome que surge várias vezes. Às vezes, o corpo sente antes da mente entender.
Por isso, em vez de procurar o cristal “mais indicado” para determinada situação, experimente perguntar: que tipo de apoio preciso agora?
Se está numa fase de decisão, talvez uma pedra mais ligada à terra — como a hematite ou o jaspe vermelho — ajude a criar estabilidade.
Se está a atravessar um luto emocional, a rodocrosita ou a pedra da lua podem oferecer espaço para sentir sem se perder.
Para fases de criação, recomeço e abertura ao novo, a aventurina, o citrino ou o quartzo transparente tendem a harmonizar com a energia da expansão.
E se não sentir nada por nenhuma pedra? Está tudo certo também.
Pode significar que a fase atual pede silêncio, sem apoio externo. Ou que o próximo cristal ainda não se revelou.
A ligação com os cristais não se força.
Mas pode ser afinada tal como a sua própria vibração. E quando o momento certo chega, a pedra certa aparece. Sem esforço. Sem dúvida.
