Nos últimos meses, uma tendência tomou conta do TikTok: escrever cartas ao universo ou criar mapas de intenção visual.
Pessoas filmam páginas cheias de desejos, palavras fortes, datas e promessas, e perguntam: “Será que isto realmente funciona?”
A resposta é simples, mas profunda:
Não é a carta que manifesta.
É a energia que você deposita nela.
Quando escreve ao universo, não está a enviar um pedido mágico.
Está a traduzir o que sente em algo concreto.
E isso faz toda a diferença.
Uma carta ao universo é, antes de mais, um espaço de encontro entre o que quer e como se sente antes de receber.
Não serve para “forçar o universo a entregar”.
Serve para alinhar a sua vibração com o seu desejo, de forma clara e intencional.
Mapas de intenção, colagens, bilhetes com desejos escritos, uncionam quando a sua energia está coerente com aquilo que está a pedir.
E essa coerência nasce de dentro, não da técnica.
Há duas partes nessa prática que são essenciais:
A primeira é ser claro sobre o que sente.
Não apenas “quero X” porque parece bom.
Quero X porque já se sente certo no seu campo interno.
A segunda é soltar o controlo.
Escrever com verdade e depois deixar ir.
Não ficar a reler com ansiedade.
Não repetir como se fosse um mantra obrigatório.
Só escrever uma vez, com presença, e depois viver como se já estivesse no processo de dar e receber.
Esse é o segredo por trás das cartas ao universo que realmente “funcionam”:
Não é a letra no papel.
É a vibração que você assume ao escrever.
Quando a sua energia está alinhada com o que deseja, não precisa de insistir.
O universo responde, não porque está a obedecer a um comando,
mas porque sua frequência já está em sintonia com a realidade que quer cocriar.
