Já se perguntou quantas escolhas fez por si… e quantas fez para não desiludir ninguém?
Quantas decisões tomou por impulso da alma… e quantas por medo de desapontar?
Às vezes, seguir o que os outros esperam é mais fácil — mas com o tempo, o peso aparece.
Na forma de cansaço. Falta de entusiasmo. Perda de brilho nos olhos.
Há uma diferença imensa entre seguir o seu caminho… e apenas caminhar para onde apontaram.
E esta diferença vive no peito.
O caminho da alma pode ser desafiante, sim — mas é leve por dentro.
Já o caminho do “dever” pode parecer seguro… mas sufoca lentamente.
Como perceber se está a viver o seu caminho?
- Sente que os seus dias têm sentido, mesmo quando cansativos
- Toma decisões que a deixam em paz, mesmo que outros não aprovem
- Não precisa justificar tanto as suas escolhas — elas falam por si
- Não vive à espera do fim-de-semana para sentir-se viva
Por outro lado, se está sempre a correr para agradar, a justificar-se, a sentir-se em dívida com o mundo… pode estar a desviar-se de si mesma.
Então, o que fazer?
Comece com uma pergunta por dia:
“Isto é o que eu quero… ou o que esperam que eu queira?”
- Escute o corpo: o seu sistema nervoso sabe a verdade.
- Escreva livremente: a sua alma fala quando a caneta flui.
- Dê pequenos passos seus: um “não”, um “sim”, um desvio de rota. Tudo conta.
E se for difícil, lembre-se: não tem de largar tudo de uma vez. Mas pode voltar-se para si um pouco mais todos os dias.
O caminho da alma não grita — ele sussurra. E quanto mais escuta, mais claro ele fica.
E você? Está a viver o seu caminho ou a representar um papel?
Escreva nos comentários “Hoje escolho voltar a mim” — ou partilhe um passo que deseja dar em direcção ao que realmente vibra com a sua essência
