Quando uma simpatia não traz o resultado esperado, é comum sentir vontade de repetir.
Faz-se outra vez no dia certo, troca-se um ingrediente, procura-se uma nova variação da mesma intenção. E sem perceber, entra-se num ciclo: simpatia após simpatia, desejo após desejo… e nada muda. Ou pior, a energia começa a parecer mais pesada.
O que poucos dizem é que repetir simpatias em excesso pode ter o efeito contrário ao desejado.
Cada simpatia abre um campo. Cria uma vibração. Movimenta a energia de dentro para fora. Mas se se insiste sem pausa, sem escuta e sem perceber o que a primeira já despertou, essa energia pode saturar. Em vez de fluir, bloqueia. Fica presa ao esforço não à confiança.
Quando se repete demasiadas vezes, o que se reforça não é o pedido… é a ansiedade à volta dele.
Uma prática pouco conhecida, mas muito eficaz, é limpar a intenção antes de repetir qualquer simpatia. Escrever num papel o que deseja, queimar esse papel com cuidado (em segurança), e só depois — se ainda sentir verdade — refazer o ritual. Essa queima não é simbólica apenas. Liberta o campo anterior e abre espaço para uma nova frequência entrar.
Repetir simpatias não é erro desde que haja presença. Mas insistir sem escutar o que já foi movimentado… é como plantar e voltar a cavar a terra todos os dias, à espera que a semente cresça mais rápido.
Às vezes, o que falta não é repetir. É confiar no invisível que já começou a agir.
