Já tentou cuidar de uma planta com atenção, regou com regularidade, posicionou perto da luz, e mesmo assim… ela não vingou? Ou talvez tenha trazido uma nova espécie e, dias depois, murchou de forma inexplicável?
Quando isso acontece mais do que uma vez, é natural pensar que o problema está no jeito de cuidar. Mas pode haver algo mais subtil a acontecer.
As plantas respondem à energia do ambiente.
São como espelhos vivos. Captam tensão, sobrecarga, desequilíbrio. E às vezes, absorvem mais do que conseguem sustentar. Por isso, quando uma planta “não pega”, é importante observar o que está a acontecer no espaço onde ela foi colocada.
Há locais da casa que acumulam energia estagnada. Pode ser um canto onde se passa pouco tempo, um espaço onde se guarda algo com carga emocional, ou mesmo uma divisão onde se viveu um conflito recente.
Nestes lugares, é comum que as plantas tenham mais dificuldade em enraizar.
Outra possibilidade é que a planta esteja a sinalizar que o seu campo pessoal está saturado.
Se está num momento emocionalmente exigente, com muitas preocupações ou pensamentos repetitivos, é possível que a planta esteja a captar isso e a expressar, no corpo dela, o que não se tem conseguido verbalizar.
Em vez de insistir ou se culpar, experimente limpar o espaço. Abrir janelas. Acender uma vela. Mover móveis de lugar. Fazer silêncio intencional no ambiente. Depois, introduza a planta aos poucos, com presença.
Não como decoração, mas como presença viva que vai partilhar o espaço consigo.
Nem sempre é só sobre plantas. Às vezes, elas mostram aquilo que ainda não foi visto no ambiente ou em si.
