O oráculo falou.
A consulta terminou.
As cartas foram recolhidas.
Mas algo dentro de si continua em movimento.
E de repente, começa a reparar em coisas que antes passavam despercebidas.
Vê palavras específicas em cartazes.
Ouve frases repetidas em conversas aleatórias.
Encontra símbolos, músicas, números — todos com a mesma vibração do que foi dito na leitura.
Isso não é imaginação.
É a mensagem a continuar o seu caminho.
Porque o oráculo não termina quando a mesa se desfaz.
Ele abre um canal.
E se estiver atento, vai perceber que a leitura continua a acontecer… fora da consulta.
Muitas vezes, o que sai numa tiragem precisa de ser “ativado” por situações externas.
A leitura lança uma luz.
Mas a confirmação vem do mundo.
Vem dos sinais.
Das sensações que se repetem.
Do tema que volta por outras formas.
De tudo o que começa a alinhar-se com a mensagem recebida.
Se isso acontecer, não é coincidência.
É continuidade.
E nesses momentos, a pergunta já não é:
“O que o oráculo quis dizer?”
Mas sim:
“Estou disposto a viver o que ele abriu?”
O oráculo fala.
Mas o universo repete.
E quem está a escutar com presença… começa a reconhecer os ecos da leitura em cada detalhe da vida.
