O tarot desperta curiosidade, fascínio… e também dúvidas.
Será que é seguro? Será que é verdadeiro? Será que pode mesmo confiar no que vê e ouve numa consulta? Estas perguntas são naturais e fazem parte de um processo saudável de escolha consciente.
Sabia que a confiança no tarot começa antes da consulta? Começa na intenção. No porquê de estar a procurar respostas. No que espera encontrar. E, acima de tudo, na abertura para escutar o que a leitura pode revelar (mesmo que seja diferente do esperado).
O tarot não é para dizer o que se quer ouvir. É para mostrar o que se precisa de ver.
Confiar no tarot não significa acreditar cegamente em tudo. Significa entender que ele é uma ferramenta simbólica, profunda e energética e que atua como espelho daquilo que já está em movimento dentro e à volta.
Por isso, é importante saber também quem está a conduzir a leitura. A energia de quem lê influencia, sim. Escolher alguém com quem sinta ligação, respeito e ética faz toda a diferença. Não se trata apenas do conhecimento técnico, mas da vibração com que aquela pessoa interpreta os símbolos.
Outro ponto fundamental: o tarot não retira o livre-arbítrio. Nenhuma carta dita o seu destino. Elas revelam tendências, padrões e possibilidades. Mostram caminhos não prisões. E o que faz com essa informação… depende sempre de si.
Antes de consultar, pergunte a si mesmo: estou preparado para ouvir com verdade? estou disposto a agir com consciência a partir do que for revelado?
Se a resposta for sim, então sim pode confiar. Não no tarot como oráculo místico, mas no tarot como canal de escuta. Porque quando há clareza na intenção, a leitura revela o que a sua energia já está pronta para acolher.
