Há cristais que nos acompanham durante anos. Estão presentes nos momentos mais intensos, nas fases de transição, nas meditações silenciosas e até nos dias caóticos. Mas chega uma altura em que algo muda. Deixam de brilhar. Perdem força. Ou simplesmente… deixam de “chamar”.
Não se trata de modas. Nem da energia do ano.
Trata-se do tempo do cristal. E, mais importante ainda, do tempo da ligação entre si e ele.
A vibração de um cristal é constante mas a sua sintonia com quem o usa, não.
Se sente que um cristal está “apagado”, talvez não esteja partido, nem perdido. Talvez esteja apenas a pedir uma nova função, um novo propósito… ou descanso.
A maioria das pessoas pensa logo em limpeza. E sim, limpar energeticamente é essencial — seja com água, terra, fumo de ervas ou som.
Mas às vezes, o que o cristal precisa não é de ser limpo — é de ser libertado.
Atenção ao seguinte sinal: se já o limpou, tentou reprogramar, usou com intenção… e mesmo assim sente desconexão, pode ser hora de o devolver à terra ou passá-lo a alguém que esteja a precisar dessa vibração.
Há cristais que cumprem um ciclo connosco e seguem o caminho.
Outra possibilidade é que o cristal esteja a adaptar-se a uma nova versão sua. O que antes fazia sentido pode já não ser o que precisa agora. Nesse caso, não o descarte — mas também não o force. Deixe-o num espaço neutro, perto de si, mas sem exigências. Veja se ele volta a “acordar” quando a sua energia estiver mais estável.
Cristais não se esgotam. Mas a forma como os usamos pode desgastar o campo.
E renovar essa ligação não é sobre poder — é sobre escuta.
